Não tememos mais a Bruxas.
Não tememos mais feitiços.
Não tememos mais a Cristo.
Afinal, não há mais vida.
Apenas a certeza de um futuro decadente.
Vivemos pelo amontoado de pessoas.
Nessa cidade estranha, confusa e louca.
Afinal, os futuros precisam criar.
Uma concepção errônea.
De uma verdade impura e tristonha.
Não tememos mais a Bruxas.
Não tememos mais feitiços.
Não tememos mais a Cristo.
